IFJ Calls for Concrete Actions for the Security of Journalists Covering Drug Trafficking in Guinea-Bissau




19 de Agosto de 2007

A Federaçao Internacional de Jornalistas (FIJ) fez um apelo hoje ao governo da Guiné-Bissau pôr em acçao os actos concretos e eficazes para pôr fim as meaças e intimidaçoes dos jornalistas que cobrem o trafico de droga no pais depois das ameças que obrigou um reporter a clandestinidade e um outro perseguido pela justiça.

« Nos apelamos o governo a proteger os jornalista que fazem a cobertura do trafico de droga na Guiné-Bissau e agarantir que nenhum oficial nao esta implicado nos ataques contra os nossos colegas, » frisou Gabriel Baglo, Director do bureau Africa

Entre 3 de Julho e 14 de Agosto, Albet Dabo, jornalista trabalhando para Reuters e para a radio privada Bombolom FM foi ouvido três vezes por um juiz depois de uma queixa intoduzido contra ele pelo Chefe de Estado-Maior da marinha nacional, José Américo Bubo Na Tchuchu. Na sua quixa, Tchuchu disse que Dabo deu falsas informaçoes dizendo que os militares estao implicados no trafico de droga aquando de uma intervista acordada a uma televisao britanica onde Dabo serviu de interprete para o chefe de marinha. Tchutchu disse que ele nao chegou de dar tais informaçoes.

Dabo recebeu igualmente as ameaças de morte desde passado mês de Junho. Face a gravidade destes ameaças ele entrou na clandestinidade.

Alain Yero Embalo, correspondente da Radio França Internacional (RFI) e de Agência France-Presse (AFP) deixou a Guiné-Bissau devido o medo pela sua segurança depois que a sua residência foi cambriolada e ele foi ameaçado. Sua casa foi forçada no dia 24 de Junho quando ele veio justo de entrar de uma reportagem no arquipelago dos Bijagos ao sul da capital. Embalo, foi para arquipelago depois que os pacotes supostos conter a droga e o jornalista foi la e ele tinha interrogado as populaçoes locais.

Os assaltantes levaram seu equipamento professional, sua camera, as cassettes, dois chaves USB, os telemoveis, um computador portatil e o dinheiro.Dois dias depois, Embalo recebeu uma ameça por telefone dizendo-lhe « faz atençao, para proxima vez é sua cabaça que nos vamos cortar ».

A FIJ apela a aplicaçao da lei para um inquérito sobre as ameaças contra os dois jornalistas e garantie que todas as médias possam cobrir livremente o trafico de droga sem medo pela sua segurança.

« As autoridades devem descobrir que sao eles responsaveis desta intimidaçao contra os nossos colegas e traduir estas pessoas afrente da justiça, » frisou Baglo.

Para mais informaçoes, é favor de contactar o n° 2218420143





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